
Uma chamada perdida (One missed call), EUA 2007, U$$ 20 toneladas de banana
de Eric Valette com Shannyn Sossamon e Edward Burns
Em uma bela cidade universitária genérica dos Estados Unidos, moçoila bonita que estuda psicologia - Beth (Shannyn-Moonlight-Sossamon) - fica atônita ao descobrir que seus amigos recebem chamadas com o som de sua morte. Não aterrorizada o suficiente, entra em pânico ao saber que eles de fato morrem do mesmo jeito que as suas ligações. Boo!
Um filme onde o gato, literalmente paga o pato!
Sem criatividade alguma, nosso amigo, o diretor francês Eric Valette - welcome do Hollywood, b-atch - mostra a digna arte de copiar sem contextualizar. A sequência inicial da trama é muito, mas muito semelhante a do brilhante suspense real-action de Joel Schumacker ‘Por um fio’, mostrando a importância da comunicação celular no dia-a-dia do ser humano, blá, blá, blá. Como se ‘as sequência tudo’ não fossem suficientes, ainda existe um take. ‘Maldito take!’ Um tilt bem bizarro que mostra um cartaz, dizendo: “Seu telefone, sua vida”. Em horas como esta você pensa: “Preciso trocar de operadora, porquê a minha está me cobrando demais…” De qualquer forma, o filme segue e mostra uma bonita moça falando ao celular e indo estudar, acompanhada de seu bichano e seu enorme pote de remédios. Enquanto finge que folheia (não convenceu nem a idosa que ao meu lado dormia), gatinho foi passear no quintal. Perdido e solitário, o bichano desata a miar, deixando nossa estudiosa preocupada. Que em seguida parte a sua busca. Enquanto o procura em seu bucólico laguinho, uma assustadora mão surge do nada, puxando-a para dentro do lago. Sim, ela morre. Contudo, o triste fim desta sequência não chegou. Ainda! Nosso gatito reaparece, feliz e ‘miante’. Enquanto olha para a agitada água do lago, do nada é puxado pela mesma mão. O que me leva a filosofar: “Será que o gato recebeu uma mensagem na caixa postal? Algo do tipo: ‘Miau, miau!? Miaaaaaaaaaaaaaau? pluft!”
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